Olá, pessoaaaaaaas,
Aqui é a Sarita, e nesse comecinho de novembro (\0/) eu vim falar sobre um dos filmes mais esperados do ano (pelo menos para mim, haha) e que estreou nesta quarta-feira, dia 2, aqui no Brasil: Doutor Estranho!
Antes de qualquer coisa eu quero declarar que gostei muito do filme. Ele é familiar e ao mesmo tempo surpreendente.
É uma das histórias com aspectos mais diversos da Marvel que eu já vi até hoje, e o motivo é óbvio: os poderes do Doutor Estranho tem conexão com um mundo místico, uma outra dimensão. Isso nos remete ao filme do Thor de 2011, mas esse não foi nem de longe tão bom quanto Doutor Estranho.
O filme traz o mesmo senso de humor dos outros filmes da franquia nos rendendo muitas e boas risadas (é muito engraçado mesmo), além de boas cenas de lutas.
Doutor estranho, no entanto, tem a mesma fórmula de algumas familiares histórias de super-heróis: Stephen Strange, um médico rico e arrogante, sofre um acidente que causa uma mudança drástica na sua vida. Dessa forma, o ele sai em busca de ajuda para voltar a ser o que era e acaba encontrando muito mais. Não posso contar mais detalhes daqui pra frente, mas, da mesma forma que continuam os outros, esse também continua.
Eu particularmente gosto de heróis que mudam o caráter para melhor, afinal acredito que o próprio conceito de herói descarta pessoas arrogantes e esnobes, e a lição, por assim dizer, que o filme traz é bem válida. A história, porém, continua a mesma.
De toda forma, o Doutor Estranho (felizmente) voltará às telonas, o que é garantido com uma aviso no próprio filme, antes de os créditos finais começarem a rolar. Inclusive, as cenas pós-crédito (são duas, portanto recomendo que permaneçam até o finalzinho do filme mesmo, e mais: elas contém um vingador) nos revelam o evento motivador do retorno.
Por último, uma notícia empolgante:
De acordo com uma matéria no site da Superinteressante (link no final do post) Doutor Estranho pode chegar a ser o primeiro Oscar da Marvel! Tudo isso por causa dos efeitos especias super bem-feitos do Stephane Ceretti. Legal, não? Vamos torcer por eles!
Para concluir:
Super recomendo. Vá assistir com os amigos, família, sozinho, não importa, mas não perca esse novo filme da Marvel que conta com o maravilhoso Benedict Cumberbatch (Sherlock <3) como Doutor Estranho (e com uma capa tão legal que ouso dizer que até Edna Moda aprovaria). Repito outra vez, me agradou muito. Continuo, porém, ávida por algo completamente diferente.
Por hoje é só, galera. Fiquem atentos para as próximas postagens, lembrando que temos posts novos todas as sextas-feiras e domingos (:
À espera do próximo filme: Star Wars Rogue One.
Até mais :*
Sara
Elenco:
Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho/Stephen Strange
Chiwetel Ejiofor como Karl Mordo
Rachel McAdams como Christine Palmer
Tilda Swinton como A Anciã
Link da máteria da Superinteressante:
http://super.abril.com.br/cultura/critica-doutor-estranho-pode-ser-o-primeiro-oscar-da-marvel/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Quando as luzes se apagam - O medo de infância se torna realidade
Olá, leitores,
Hoje temos a participação especial de uma de nossa leitoras que resolveu contribuir com um resenha de um filme que viu recentemente e adorou ( Eu, Luh, fiquei morrendo de medo só de ler a sinopse e ver as imagens). A escritora de hoje então é Amanda Marinho e ela vai falar sobre :
Quando as Luzes se apagam (Lights Out)
O filme é baseado no curta lançado em 2013, que foi criado
para uma competição de gêneros de terror.
Foi dirigido pelo cineasta sueco David F. Sandberg. O longa é focado em um medo que a maioria de
nós possuímos desde crianças, o medo do escuro.
Uma olhada na sinopse do filme:

Rebecca desde pequena sofreu com o desparecimento do seu pai e com presença de uma mulher que aparecia em meio as sobras. A situação se complica quando seu irmão mais novo começa a ser atormentado pela mesma mulher que a perseguiu durante sua infância. Em busca de respostas, ela descobre que a presença dessa entidade pode estar ligada a sua mãe. E para salvar sua família, Rebecca precisa somente manter as luzes acesas.
O filme gira em torno de uma trama em família, onde há uma
mãe que é controlada por remédios, por causa de suas fortes crises de
depressão, uma filha que decidiu morar sozinha e um irmão mais novo que luta
para proteger sua mãe da entidade.
Na minha opinião: Quando assistimos ao filme realmente vem à
tona toda aquela sensação que se sentia do medo do escuro. Na trama a entidade chamada
Diana, aparece somente quando as luzes se apagam, isso é uma coisa obvia em
relação ao filme, mas é sensacional a forma de como ela aparece na escuridão,
há momentos em que você pensa “será se esta iluminação é o suficiente para ela
não aparecer”.
Não é um filme de terror
qualquer, onde todos os personagens querem somente mandar embora aquela
entidade, os personagens da trama são curiosos eles querem saber o porquê de
tudo isso está acontecendo.
É realmente
angustiante a cada hora que alguém apaga a luz e mais angustiante ainda quando acendem,
porque apesar de Diana aparecer somente no escuro, mesmo com a luz acesa
sabemos que ela ainda está presente, esperando somente alguém apagar a luz
novamente.
Direção: David F.
Sandberg
Roteiro: Eric
Heisserer
Elenco: Teresa Palmer (Rebecca),
Maria
Bello (Sophie), Gabriel
Bateman (Martin), Alicia Vela-Bailey (Diana), Alexander DiPersia (Bret),
Billy Burke (Paul)
País de origem: EUA
Ano: 2016
Bjs Amanda
Bjs Amanda
domingo, 7 de agosto de 2016
Releitura da infância - A nova versão da história de Tarzan
Olá, leitores,
Hoje vou falar pra vocês sobre o filme a lenda de Tarzan que assisti esta semana.

Nessa nova versão do filme a história gira em torno do Tarzan adulto na vida após viver na selva. John, que é o nome verdadeiro de Tarzan, tenta se adaptar à vida entre os homens em Londres juntamente com sua esposa Jane. No meio dessa readaptação à vida "civilizada" ele é chamado para voltar à terra onde viveu grande parte da vida, o Congo, como emissário do Parlamento Britânico. O retorno para essa terra traz lembranças da época em que vivia lá e com isso descobrimos alguns detalhes da infância e juventude, trazendo um pouco da tradicional história. Contudo, a volta não traz apenas memorias, mas traz algumas questões do passado e presente que precisam ser resolvidas e o herói dessa história tenta de tudo para resolver.
Minha opinião: Gostei muito do filme não apenas por ele ser dirigido pelo mesmo diretor dos quatros últimos filmes de Harry Potter ( meu vicio), Davi Yates. Mais também gostei por não consegui desgrudar os olhos de algumas cenas que mostravam a floresta e as cenas que mostravam os animais. Os detalhes dos animais e todo o cuidado para com esses detalhes me impressionaram.
Ri várias vezes com as falas e caras que o personagem de Samuel L. Jackson fazia.
Como nenhum um filme é perfeito, algumas cenas deixaram a desejar, já que dava para perceber claramente que foram feitas por computador e quebravam a tentativa de tornar o filme mais real. O todo para mim foi fantástico, super indico e quem viu deixa sua opinião nos comentários.
Bjinhos Lúh.
Fonte das imagens: Google imagens
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